No fim, são as mesmas velhas músicas, as mesmas velhas vontades.
No fim, são as mesmas velhas verdades, que nunca acreditamos.
Enfim, o tempo perde todo o sentido e não marca mais nada.
O normal perde o sentido, pela veracidade do incomum.
E não faz sentido tentar falar sobre mais nada, percebe?
Tudo que lhe cabia como verdade, foi embora.
O novo chega e desestrutura tudo, per-fei-ta-men-te.
Dois olhos e um infinito de possibilidades.
Uma boca e uma só vontade.
Vários caminhos e só um destino.
As prateleiras, os livros e as paredes de vidro.
E a nova transparência.
E o novo compartilhar.
E o novo-velho amor.
E era antes de ser.
E era antes de querer.
E hoje é crescer...
E hoje é só querer ser um...
e ser.
Crê, ser?
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