sábado, 19 de maio de 2012

Ensaio da vida real.

As duras palavras são assistidas pela ingenuidade da criança.

Ela se assusta, mas ainda tem o dom de esquecer... e sorri diante do perigo.

No meio da cena, sem ser protagonista. É ignorada.

Vira minha protagonista.
Como todas as minhas outras protagonista...
Desconhecidas, esquececidas. Sempre uma vírgula, nunca um ponto final.

Uma gargalhada, uma marca de batom. Os pés descalços e datas sopradas nos ouvidos.
E sempre a máquina prendendo mais a atenção do que a arte.

Ainda assim, o maior perigo é o cadarço desamarrado e a melancolia de quem escreve.

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