Na cor dos olhos teus, vi a vida brotar.
Vi a vida botar espinhos no meio do caminho.
Vi a vida muda diante da imensidão. Vi a vida cair sobre o chão.
E enquanto ninguém percebia, juntava forças para romper cada grão que a separasse da luz do sol.
Suntentava o peso dos homens, pisando com seus passos firmes de quem está sempre atrasado.
Sustentava os sonhos dos destemidos e se alimentava deles.
Tentava respirar…
E como numa foto, se fez ali a síntese da vida: uma flor nascida em uma fresta do asfalto.
(14.O9.2O11, 18h58, por onde flor)
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