domingo, 5 de fevereiro de 2012

Nó.

Um nó na garganta.
A sensação de impotência veda a esperança.
Nunca mais criança. Nunca mais pureza que hoje mora na lembrança.
A garganta tão seca quanto a vida que leva.
De tão seca, nada resta.
Fim ou recomeço?
A vida pelo avesso.
Você escolheu o lado inverso.

Não sei se pauso ou recomeço.

O que fazer quando tudo que sobra, são apenas restos?
(17.O8.2O11, 12h20, recomeço.)

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