Uma espessa neblina envolveu aqueles corpos.
Tudo era confuso e nebuloso, mas ao mesmo tempo, uma luz de força inimaginável brotava daquela junção.
Era a coisa mais límpida e verdadeira. Aquela luz que envolvia, trazia a maior felicidade do mundo, os corpos t(r)emiam e o desejo não calava.
O desejo é incontrolável. O amor é incontrolável.
O controle deixara de existir.
o ilusionismo puro de que aquilo acabara ali.
aquele era o começo, o recomeço.
Era honesto e puro. Era proibido e confuso.
Eram dois corpos, em um só.
Eram duas almas se fundindo, eram duas bocas se encaixando per-fei-ta-men-te.
Era a calmaria de um abraço, em meio a fúria de um desejo.
Aquele desejo que sobe pelo corpo, sendo guiado por aquelas mãos.
Aquela paz na alma, do perfeito.
É insaciável.
O maior sábio do mundo é aquele que um dia foi capaz de ensinar o amor.
De repente, um coração pulsava por um sentido maior.
O impossível acontecera, afinal.
E hoje leva no peito a maior dor do mundo, a dor do amor.
E hoje leva no peito a maior paz do mundo.
O maior sábio do mundo é aquele que um dia for capaz de juntar e eternizar aqueles que se amam de verdade.
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