Erguem os punhos para o alto, mas sem esperança que nada mude.
Não reinvidicam nada. Não pedem por mudança.
O punho cerrado apenas para se manter estável, enquanto a rotina te conduz para a mesmisse.
A voz anuncia a próxima estação, algumas mãos se soltam para que possam seguir seu rumo, novos corpos ocupam o espaço.
E o mundo segue, como se nada acontecesse.
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